Desta vez, o tema será diferente para não estar sempre a publicar o mesmo título e a mesma estrutura de texto. Sendo assim, vou contar-vos a minha experiência pessoal quando fui, pela primeira vez, viver para longe da casa dos meus pais, para estudar. Na minha opinião, sabe sempre bem conhecer experiências de outros universitários, pois ajuda-nos a ter uma perspetiva melhor e a preparar-nos para o que vem. Portanto, espero que o que vou escrever, a partir de agora, sirva para que não fiquem tão à nora quando tiverem o vosso primeiro contacto com a vida académica. Claro que a experiência não é a mesma para todos. Para uns a adaptação custa pouco ou nada, pois já podem estar habituados a este tipo de experiências e para outros custa mais. Mas garanto-vos que é completamente normal se sentirem saudades de casa ou se sentirem desorientados nos primeiros tempos.
Antes de mais, o meu primeiro dia em Coimbra não foi no dia das matrículas. Já tinha vindo cerca de duas vezes ao hospital da universidade e à zona de Santa Clara. No entanto, curiosamente, dias antes de saber que ia calhar na ESEC, eu já tinha ido lá com uma colega minha e disseram-me que podia ser colocada nesta faculdade (ainda que fosse a minha terceira opção de candidatura). Eu torci o nariz, porque não era a minha vontade. Dias depois, quando as colocações saíram, vi que afinal as superstições estavam certas. Fui mesmo lá colocada. Sim, foi estranho.
Deste modo, no dia das inscrições do meu curso, desloquei-me com a minha mãe e a minha irmã até à cidade (o meu pai não pôde vir connosco). Durante a viagem fiquei um pouco ansiosa, pois sabia o que me esperava: conhecer pessoas do meu curso e pouco do que viria a ser a minha vida académica.
Quando lá cheguei, fiquei nervosa por ver tanta gente nova, os doutores a falarem comigo e a explicarem-me as coisas. Com tanta coisa nova a acontecer ao mesmo tempo, não consegui captar tudo o que me disseram. Fiquei demasiado confusa.
Dirigi-me aonde teria que realizar a inscrição e não falei praticamente para ninguém no tempo que estive à espera. Aliás, recordo-me de falar só para duas ou três raparigas, especialmente para uma que gostei logo ao primeiro impacto.
Quando lá cheguei, fiquei nervosa por ver tanta gente nova, os doutores a falarem comigo e a explicarem-me as coisas. Com tanta coisa nova a acontecer ao mesmo tempo, não consegui captar tudo o que me disseram. Fiquei demasiado confusa.
Dirigi-me aonde teria que realizar a inscrição e não falei praticamente para ninguém no tempo que estive à espera. Aliás, recordo-me de falar só para duas ou três raparigas, especialmente para uma que gostei logo ao primeiro impacto.
Depois de me inscrever - o que não foi muito difícil, apenas tive algumas dúvidas, o que é bastante normal - dirigi-me a uma sala para adquirir um cartão de crédito universitário, onde me explicaram os passos que teria que tomar. Escusado será dizer que foi demasiado confuso. Recordo-me de, na altura, ter pedido ajuda, porque não percebi nada. Era a primeira vez que teria um cartão de crédito, nunca tinha mexido num antes (agora é canja).
A seguir, conheci alguns membros da Tuna que estavam instalados numa das mesas dos corredores, com o objetivo de se darem a conhecer aos caloiros. Tiveram a dar-me algumas informações e a incentivarem-me a ir para a Tuna. Eu mal abria a boca de tão aérea que já estava. Eram muitos acontecimentos a ocorrerem ao mesmo tempo. De qualquer das formas, antes de sair da beira da Tuna, ofereceram-me um biscoito, que eu aceitei logo, pois já estava esfomeada, e tirei uma foto com um balão de fala feito de cartão, gravado com uma mensagem que já não me recordo qual era (mais tarde, a foto apareceria nas redes sociais da faculdade - escusado será dizer que não ficou em condições).
Mais tarde, eu a minha família saímos da ESEC e dirigimo-nos ao Alma Shopping, antigo Dolce&Vita, que fica mesmo ao lado da faculdade. Almoçamos num restaurante self-service, que se situava mesmo no último andar da zona da restauração e que servia comida brasileira e portuguesa. Tenho que vos confessar que, depois de começarem as aulas, sempre que passava por aquele restaurante, dava-me um aperto no coração, pois lembrava-me que, naquele momento, já estava em Coimbra sozinha, sem a minha família por perto.
Entretanto, após o almoço, tentamos localizar a residência universitária. Não foi muito difícil, digamos que o GPS salva as pessoas de vez enquanto. Em seguida, tentamos arranjar uma forma de podermos vê-las por dentro. Sorte foi ter lá uma rapariga que nos abriu a porta e que foi muito simpática e prestável. Deixou-nos ver o seu quarto e a parte da sala. Sendo assim, saí de lá com uma melhor ideia de como seria a futura residência onde ia ser colocada. Posteriormente, fiquei a conhecer o shopping que ficava mesmo perto das residências (incluindo o ISEC, que fica mesmo ao lado), o que me fez concluir que teria mais facilidade em fazer compras. Mal saímos do shopping, pouco tempo depois de seguirmos viagem até à nossa terrinha, bateu-me logo o cansaço. Lembro-me até da minha irmã dizer: "Ainda vais ficar cansada muitas vezes!", o que não é mentira nenhuma.
Conclusão da história:
Não se preocupem se ficarem confusos neste dia. É o primeiro dia que mantém contacto com a vossa futura faculdade, altura em que vocês já sabem que já vão mesmo lá ficar (mesmo que, no futuro, possam arrepender-se e mudar de curso e/ou instituição) e em que vão adquirir o vosso primeiro contacto com as pessoas do curso, da turma ou de outros estudantes no geral. O dia em que vão conhecer, provavelmente, os membros da praxe e da Tuna e em que adquirem vosso primeiro cartão de crédito (um pequeno sinal de liberdade e responsabilidade). Espero que não fiquem tão confusos como eu fiquei na altura. Não sei se foi por dormir pouco ou se já era de mim, mas naquele dia estava mesmo aérea. Talvez fosse por ter tido contacto com várias pessoas e coisas novas ou por estar a receber muitas informações, seja acerca da praxe, matrícula, tuna, cartão de crédito, entre outras.
Para terminar, o próximo post será acerca do meu primeiro dia na receção ao caloiro.
Espero que tenham gostado de conhecer esta experiência e que tenha um ótimo feedback, pois acho que deve ser dos poucos posts que falo de acontecimentos pessoais.
P.S. Gostariam que falasse em algo mais específico relacionado com a vida académica?
Entretanto, após o almoço, tentamos localizar a residência universitária. Não foi muito difícil, digamos que o GPS salva as pessoas de vez enquanto. Em seguida, tentamos arranjar uma forma de podermos vê-las por dentro. Sorte foi ter lá uma rapariga que nos abriu a porta e que foi muito simpática e prestável. Deixou-nos ver o seu quarto e a parte da sala. Sendo assim, saí de lá com uma melhor ideia de como seria a futura residência onde ia ser colocada. Posteriormente, fiquei a conhecer o shopping que ficava mesmo perto das residências (incluindo o ISEC, que fica mesmo ao lado), o que me fez concluir que teria mais facilidade em fazer compras. Mal saímos do shopping, pouco tempo depois de seguirmos viagem até à nossa terrinha, bateu-me logo o cansaço. Lembro-me até da minha irmã dizer: "Ainda vais ficar cansada muitas vezes!", o que não é mentira nenhuma.
Conclusão da história:
Não se preocupem se ficarem confusos neste dia. É o primeiro dia que mantém contacto com a vossa futura faculdade, altura em que vocês já sabem que já vão mesmo lá ficar (mesmo que, no futuro, possam arrepender-se e mudar de curso e/ou instituição) e em que vão adquirir o vosso primeiro contacto com as pessoas do curso, da turma ou de outros estudantes no geral. O dia em que vão conhecer, provavelmente, os membros da praxe e da Tuna e em que adquirem vosso primeiro cartão de crédito (um pequeno sinal de liberdade e responsabilidade). Espero que não fiquem tão confusos como eu fiquei na altura. Não sei se foi por dormir pouco ou se já era de mim, mas naquele dia estava mesmo aérea. Talvez fosse por ter tido contacto com várias pessoas e coisas novas ou por estar a receber muitas informações, seja acerca da praxe, matrícula, tuna, cartão de crédito, entre outras.
Para terminar, o próximo post será acerca do meu primeiro dia na receção ao caloiro.
Espero que tenham gostado de conhecer esta experiência e que tenha um ótimo feedback, pois acho que deve ser dos poucos posts que falo de acontecimentos pessoais.
P.S. Gostariam que falasse em algo mais específico relacionado com a vida académica?




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